Este blog faz parte da pesquisa que realizo no Programa de Inclusão Social e Acessibilidade da Feevale que tem como tema de pesquisa: O novo profissional da educação do Estado do Rio Grande do Sul e as Novas Tecnologias e como problema: Quem é o novo profissional da educação da Rede Pública do Estado do Rio Grande do Sul e qual a sua apropriação tecnológica, no exercício da docência?
Estou diponibilizando a pesquisa que enviei por e-mail à lista de professores que tenho das vivências escolares de 17 anos de docência em Porto Alegre como professora de química.
A resposta as questões pode ser enviada ao e-mail: saladeaulatudo@gmail.com, e os comentários postados neste blog.
Pesquisa:
Idade?
( )menos de 30
( ) entre 30 e 50
( )mais de 50
Sexo?
( )M
( ) F
Local onde reside?
( ) Porto Alegre
( ) outra cidade do RS
( )outra cidade do Brasil
Tem licenciatura?
( ) Sim
( ) não
Tem outra atividade profissional?
( )Sim
( )Não
É Professor da:
( ) Rede Pública municipal
( ) Rede Pública estadual
( ) Rede Particular
Dados sobre a tecnologia:
Você utiliza tecnologia como recurso nas suas aulas?
( ) Sim
( )não
A tecnologia transformou a sua sala de aula?
( )sim
( ) não
Foi positiva a mudança?
( )Sim
( )não
Que tecnologia você utiliza?
( )celular
( ) computador
( )Data show
( )TV
( ) vídeo
( )Rádio Escola
Dado sobre um novo ambiente cognitivo:
A presença física do professor é condição necessária para ocorrência da aprendizagem, com ou sem tecnologia ? Justifique no blog
( ) Sim
( )Não
Att,
Mely Cimadevila
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
sábado, 28 de novembro de 2009
Ampliando o espaço escolar- Novos Ambientes Cognitivos
"A revolução da tecnologia da informação e a reestruturação do capitalismo introduziram uma nova forma de sociedade, a sociedade em rede.(Castells,1999)"
A Educação e a Escola encontram-se empregnadas de tecnologias: as tecnologias são uma realidade no nosso cotidiano e no cotidiano de alunos, professores e funcionários das escolas. A Escola inserida neste contexto necessita resignificar espaços buscando legitimação na transformação da informação advinda da conexão direta de acesso imediato, instantâneo propiciada pela evolução tecnológica. O limite físico do que caracterizava-se como espaço escolar dilui-se na mesma velocidade em que se processa o fluxo de informações através da rede mundial. Nesse sentido, aceitar ou resistir a determinado estado de coisas, são marcas que se equivalem na revelação do pertencimento a uma cultura, a uma sociedade. Pensando na forma como isso ocorre, a inserção da sociedade, da escola nessa cultura que se forma a partir ou para essa tecnologia, podemos prever mudanças nos modos de ensinar e aprender, trazidas pela virtualidade advinda da tecnologia que vem possibilitando novos ambientes cognitivos sem os limites físicos do espaço escolar que denominamos de Escola. Embora exista um certo estranhamento com esse novo é preciso buscar espaços de legitimação na educação que contemplem a multiplicidade advinda desta evolução tecnológica. O professor precisa reconhecer que não pode mais educar sobre estruturas estáveis. Torna-se urgente a discussão das relações que dêem conta não das tecnologias, mas das fragilidades de todos à sua implantação e utilização.
A Educação e a Escola encontram-se empregnadas de tecnologias: as tecnologias são uma realidade no nosso cotidiano e no cotidiano de alunos, professores e funcionários das escolas. A Escola inserida neste contexto necessita resignificar espaços buscando legitimação na transformação da informação advinda da conexão direta de acesso imediato, instantâneo propiciada pela evolução tecnológica. O limite físico do que caracterizava-se como espaço escolar dilui-se na mesma velocidade em que se processa o fluxo de informações através da rede mundial. Nesse sentido, aceitar ou resistir a determinado estado de coisas, são marcas que se equivalem na revelação do pertencimento a uma cultura, a uma sociedade. Pensando na forma como isso ocorre, a inserção da sociedade, da escola nessa cultura que se forma a partir ou para essa tecnologia, podemos prever mudanças nos modos de ensinar e aprender, trazidas pela virtualidade advinda da tecnologia que vem possibilitando novos ambientes cognitivos sem os limites físicos do espaço escolar que denominamos de Escola. Embora exista um certo estranhamento com esse novo é preciso buscar espaços de legitimação na educação que contemplem a multiplicidade advinda desta evolução tecnológica. O professor precisa reconhecer que não pode mais educar sobre estruturas estáveis. Torna-se urgente a discussão das relações que dêem conta não das tecnologias, mas das fragilidades de todos à sua implantação e utilização.
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